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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Materialismo histórico, C. Lewis, e uma possivel aula

Se um dia tiver seres desafortunados que serão meus alunos e pupilos, pensei em utilizar, um argumento que eu extraí do livro "A Lógica dos Verdadeiros Argumentos" de Alec Fisher. Este livro, ou "Livro Verde" como eu gosto de chamar, me ensinou um pouco que eu sei de lógica básica, e filosofia da ciência...Eu ainda estudo formas e possibilidades de utilizar essa fonte em sala de aula, já que ele trabalha como uma série de argumentos, que vão desde do argumento Malthusiano, argumentos sobre a Guerra Fria, até argumentos mais complexos. Ele é um compilado de argumentos e meio que força você a estudar melhor os textos e as preposições. 


No final deste livro, tem um argumento que eu li, e admito, que me causou um certo desafio...Em verdade, fiquei um bom tempo refletindo sobre ele...É um argumento utilizado por C.S Lewis, em sua obra "Milagres". É um argumento contra a impossibilidade do universo ser regido por causas e razões irracionais e aleatórias, isto é, um argumento contra o naturalismo:


sábado, 25 de janeiro de 2014

O deus da lagoa verde - ciência e religião

Minha atual concepção sobre ciência e religião é fruto de 3 anos vendo sites de defensores do Design Inteligente, vendo canais de Vlogueiros como Pirulla, Clarion, Iuri, acompanhando o blogueiro Eli Vieira, e lendo um pouco a bíblia, Richard Dawkings, Nietzsche, uma biografia de Sartre e um livro verde que falava resumidamente sobre Kuhn e Popper. Longe deste currículo me tornar um Betrand Russel da vida, eu tive vontade de fazer esse post com uma pergunta: "O que separa o cientista do religioso?". Fiz o post também por causa de um personagem de um dos meus livros...Em breve vocês entenderão...

Resposta a pergunta

O cientista e o religioso tendem a ter discursos diferentes, bem como, visões de mundo diferentes. O cientista quer saber, de modo que este saber é baseado apenas em demonstrações e evidencias. O religioso quer acreditar. Vemos, então, reações opostas, ora, um está procurando a objetividade no mundo, quanto o outro, uma cosmovisão universal e metafisica que não é corroborada em evidencias, senão, por premissas anedóticas. Há ainda o "cientista religioso", que, se não tenta usar a ciência como meio para corroborar a existência de seu universo divino cultural-subjetivo que lhe convém, se mostra um cientista "normal", mas que ainda crê em um "designer". Pirulla ainda faz uma distinção interessante, entre fé e religião, sendo a primeira correspondente ao que VOCÊ acredita, e a segunda correspondente ao que os OUTROS querem que você acredite.